O poder nutricional das proteínas vegetais no seu dia a dia

Você consome proteínas vegetais no seu dia a dia? Em alimentos ou na forma de suplementos? Uma recente pesquisa publicada no relatório do Kerry Group em 2021, compartilhado pelo Vegan Business, mostrou que 61% das pessoas entrevistadas em 12 países da América do Norte preferem incluir na alimentação as proteínas vegetais, também chamadas de proteínas à base de plantas ou plant based. Dos motivos atribuídos a essa preferência, destacam-se a prioridade à saúde e bem-estar, preocupação com o meio ambiente e busca por novas alternativas à proteína animal, que é considerada mais alergênica.

Mas, afinal, como as proteínas vegetais podem ser mais benéficas à saúde?

Todo mundo acha que a proteína é o nutriente “queridinho” de toda dieta, mas você realmente sabe o que ela faz no corpo e por que devemos escolher com cuidado o tipo de proteína que consumimos?

A proteína é um nutriente que vem apresentando uma tendência cada vez mais positiva na mente dos consumidores, principalmente por conta dos seus benefícios comprovados além da modificação da composição corporal. Aumento da força muscular, sobretudo na parte inferior, melhora da densidade óssea, regulação do apetite e aumento da saciedade, manutenção da saúde de cabelos, pele e unhas, bem como atua no processo de cicatrização e no funcionamento neurológico.

E nesse sentido, podemos destacar dois tipos de proteínas que estão inseridas na alimentação: as de origem animal e as de origem vegetal. Como citado anteriormente, a escolha das proteínas vegetais cresce cada vez mais na rotina alimentar de grande parte das pessoas, inclusive não apenas nos alimentos em si, como também na suplementação complementar. E das mais buscadas e com maior comprovação científica de eficácia, citamos a proteína de arroz, a proteína de ervilha e a proteína de lentilha.

A suplementação de proteínas vegetais: complemento para vegetarianos e não vegetarianos

“Mas será que se consumir proteínas vegetais, teremos o aporte de todos os aminoácidos essenciais?” Essa é uma questão comum que desperta dúvidas, sobretudo na alimentação de pessoas vegetarianas, que muitas vezes se questionam se é necessário combinar fontes de proteínas vegetais complementares na mesma refeição.

Em uma revisão feita por Hertzler e colaboradores (2020), os autores abordaram essa questão, citando um estudo pioneiro que mostrou que o aminoácido limitante comum nos grãos, a lisina, tem um pool significativo no músculo esquelético e que, após uma refeição rica em proteínas, eles estimaram que 60% da necessidade diária de lisina do adulto era armazenada nesse pool dentro de 3 horas. Ou seja, se uma pessoa consumisse uma refeição com baixo teor de lisina dentro de 3 horas após uma refeição rica em lisina, encontramos uma quantidade de lisina intracelular adequada disponível para promover a síntese proteica. Isso indica que nosso corpo mantém metabolicamente ativo aminoácidos no polo muscular, comprovando que o consumo de aminoácidos complementares pode ser feito ao longo do dia, em outras refeições. O importante é manter o status proteico diário, com a ingestão completa desses aminoácidos durante o dia.

Suplementação de proteínas vegetais: arroz, ervilha e lentilha

Existem diversos tipos de proteínas vegetais no mercado, em busca de atender as pessoas que querem melhorar a digestibilidade proteica e evitar aquelas mais alergênicas como a do leite, de origem animal. Mas esse avanço também se deve ao número da população adepta ao vegetarianismo, veganismo e flexitarianismo, que cresce à medida que as informações se disseminam sobre a qualidade nutricional das proteínas vegetais.

Segundo recente estudo científico feito por Salles e colaboradores, a suplementação de proteína de ervilha apresentou um efeito positivo no crescimento muscular, semelhante à proteína animal, sendo uma opção para diversificar as fontes proteicas na alimentação habitual, não apenas de pessoas vegetarianas. E esse benefício se potencializa quando se combina com outras fontes vegetais, como o arroz e a lentilha.

Além disso, avaliar a qualidade do suplemento escolhido vai muito além de apenas verificar a presença do blend proteico. É preciso garantir que o produto que será consumido diariamente atenda as necessidades de outros nutrientes, como por exemplo a vitamina B12, e ainda ter como diferencial a ausência de aditivos químicos artificiais, conservantes e aromas artificiais.

A nova PROT de Morango da Dobro entrega todos esses atributos, em um suplemento de proteínas de ervilha, de arroz e de lentilha, combinados com leite de coco para maior cremosidade e enriquecida com vitamina B12. Ela é composta por framboesa em pó liofilizada e polpa de morango em pó, ou seja, nada daqueles aromas artificiais, no produto você tem o ingrediente na íntegra!

REFERÊNCIAS

Hertzler SR, Lieblein-Boff JC, Weiler M, Allgeier C. Plant Proteins: Assessing Their Nutritional Quality and Effects on Health and Physical Function. Nutrients. 2020 Nov 30;12(12):3704. doi: 10.3390/nu12123704. PMID: 33266120; PMCID: PMC7760812.

Salles, Jérôme et al. Pea Proteins Have Anabolic Effects Comparable to Milk Proteins on Whole Body Protein Retention and Muscle Protein Metabolism in Old Rats. Nutrients vol. 13,12 4234. 25 Nov. 2021.

Vegan Business. 61% dos consumidores preferem as proteínas à base de plantas. Disponível em: https://veganbusiness.com.br/as-proteinas-a-base-de-plantas/ Acesso em 19 set. 2022.

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